Sem cerimônia, todos circulam nas áreas integradas

Sem cerimônia, todos circulam nas áreas integradas

A empresária musical Sueli Almeida considera que o bom da vida é ter amigos e poder recebê-los com estilo. E o seu jeito de abrir as portas de casa é sem cerimônia. Compromissos formais, só no trabalho. “O pessoal sabe: para vir aqui, não precisa marcar hora. Eles chegam e decidimos o que vamos fazer”, diz. Pode ser estourar pipoca e assistir a um filme, saborear uma comidinha japonesa ou apenas tomar cerveja. “Quando percebi o quanto curtia fazer isso, adaptei a casa”, conta. A decoradora Dani Fontana tocou a reforma. Em 62 m-, ela reuniu salas de estar, jantar e cozinha. Branca, do piso ao teto desejo da proprietária, peças e acabamentos foram escolhidos com critério para tornar o lugar agradável.

Para manter as flores vistosas

Para manter as flores vistosas

No verão as dálias mostram toda a sua exuberância. São flores de corte que, colocadas em grande quantidade num vaso transparente redondo, formam um buquê irresistível. Note o outro arranjo: num recipiente mais raso, três delas ficam flutuando. Para não morrer, foram deixados 2 cm de cabo.
Detalhe: trocar a água todos dias, acrescentando uma gotinha de cândida, é fundamental para as flores se manterem vivas por mais tempo. É bom ainda lavar o recipiente com detergente. Isso também evita a proliferação de bactérias.

O lanche é servido no quintal

O lanche é servido no quintal

Para o casal Déborah e Ângelo Roig, não há coisa melhor que os momentos de lazer vividos no quintal. Aliás, o espaço mais usado da casa. É onde o casal e os filhos, Felipe e Gabriela, passam a maior parte do tempo. “Adoramos este canto”, confessa Déborah. Foi de sua prancheta ela é arquiteta que saiu o projeto da decoração: colorida, com direito a fonte e canteiros. “O ambiente é mutante. Mexo com os móveis conforme a necessidade do momento”. Um exemplo é quando Felipe recebe os amiguinhos da escola para um lanche à tarde. Bancos e mesas saem de cena, liberando o espaço para a criançada brincar à vontade. Outras vezes, tudo volta ao lugar para receber os amigos. “Tem dias que deixo só o tapete e jantamos sentados no chão. Isso é puro lazer”, encerra a arquiteta.

Como é bom ficar em casa

Como é bom ficar em casa

Do forno a lenha sai um pizza quentinha que torna o papo da turma mais saboroso. Entre uma partida e outra, os parceiros no jogo de cartas vão pondo as novidades em dia. Ficar em casa assim é divertido, com a vantagem de evitar o estresse dos congestionamentos e das filas. O sociólogo da Unicamp Nelson Carvalho Marcellino reconhece: “Por trás dessa tendência de aproveitar a casa para o lazer está também a preocupação com a segurança, comum nas grandes cidades”. Ou seja, motivação não falta para transformar a casa num agradável espaço de convívio. Nessas quatro histórias, as pessoas abrem as portas e mostram como curtem as horas livres e recarregam as energias.

Como o mapa astral revela a sua casa

Como o mapa astral revela a sua casa

Não é só o signo solar e o ascendente (signo que está subindo no horizonte no instante do nascimento) que influenciam o jeito de morar. A quarta casa zodiacal diz como a pessoa cria seu ninho. Por isso, é interessante analisar os planetas ali posicionados. Também é importante conter» em que casas zodiacais estão Lua, Vênus e o regente do signo analisado.

Clima de mistério

Clima de mistério

A lareira de mármore no centro da sala cativou Mônica desde o primeiro olhar. Sobre ela, reservou um espaço para a tela que retrata sua avó, pintada no início do século pelo seu bisavô Luigi Brignoli. “Os tons escuros e o suave perfil da jovem transmitem um clima de mistério, como gostam os escorpianos”, afirma Teresa. Chaise-longue Beatriz, da Bauhaus, tapete xadrez da Santa Mônica, abajur da Montenapoleone e luminária de pé da La Lampe.