Integração de casa e jardim

Quando pensou na casa, Kogan buscou um sentimento ao invés de uma idéia: “Quis transmitir emoção em cada cantinho. Muita luz, proporções elegantes e uma forte integração da casa com o jardim”. Assim, a luz diurna intensa que invade a casa diariamente não é um problema: “Aconselho os moradores a usar óculos escuros”, brinca.

Cheflera nativa de Taiwan

Caem as últimas fronteiras, o mundo vai se tornando, de fato, uma grande aldeia global. Some o Muro de Berlim e o microcomputador passa a ser mais um item no rol dos equipamentos domésticos. Nesse cenário, quando a preocupação com a ecologia também ganha mais espaço na mídia, os paisagistas ditam como moda para ambientes internos duas plantas: a cheflera pequena (Sche-fflera arborícola) e o fícus. A primeira, nativa de Taiwan, e a outra, das índias Orientais são espécies de ramos longos, com folhas delicadas e brilhantes.

Árvore da felicidade com origem nas Ilhas do Pacífico

“A taça do mundo é nossa.” Com esse refrão o Brasil comemorava o tricampeonato na Copa. As bancas de jornais traziam uma revista nova: Casa Claudia. Nessa época, chique era ter uma árvore da felicidade. Uma não, duas: a fêmea (Polyscias fruticosa, vinda da Polinésia e da índia) e o macho (Polyscias guilfoylei, com origem nas Ilhas do Pacífico). Diziam que o casal atraía sorte.

Samambaia em todas as salas

O assunto das conversas era um só: a chegada do norte-americano Neil Armstrong à Lua, assistida por todos em branco e preto pela TV. Na vitrola, os sucessos dos Beatles tocavam sem parar e as plantas que mais faziam sucesso na época eram as samambaias. Estavam em todas as salas. A da foto, nativa de Mato Grosso Polypodium decumanum cativava por suas folhas grandes, largas e pendentes.