Um ambiente branco

Um ambiente branco

A base de toda a ambientação é o branco: piso de mármore, paredes e até os revestimentos das cadeiras com ultra-suede branco. “O mundo já é tão pesado que a gente precisa de ambientes leves, claros”, explica Esther. Aproveitando ao máximo a luz natural, ela diz que quer passar tranqüilidade para os clientes: “Minha intenção é fazer com que as pessoas entrem aqui e sintam-se num oásis”.

Móveis contemporâneos em novo estúdio

Móveis contemporâneos em novo estúdio

Por isso, o esmero na montagem do novo estúdio é total. E também porque ali Esther reúne peças de grifes internacionais de móveis contemporâneos, luminárias e objetos de decoração, como Fontana Arte, Driade, Scho-penhauer e Arte e Cuoio. Para abrigar peças de empresas tão renomadas, Esther reservou a enorme sala do térreo com vista para um amplo jardim. Esse espaço é bastante versátil: à noite, troca de roupa e muda o tom, recebendo artistas e amigos para eventos e vernissages.

Arte contemporânea decorações do escritório

Arte contemporânea decorações do escritório

O gosto pela arte contemporânea está expresso em todos os recantos do escritório da decoradora Esther Giobbi. O projeto do amigo e arquiteto Augusto Lívio Malzoni veio ao encontro dos anseios da profissional que, pela primeira vez, está assumindo os riscos de bancar e assinar sozinha seus próprios projetos, após anos e anos trabalhando ao lado de Conrado Malzoni.

Na decoração do apartamento

Na decoração do apartamento

Negrete inscreveu um pouco da sua história, que começou na Argentina. O lambri, usado em profusão, é um resgate de sua infância na casa da avó, em Buenos Aires. ‘Trago boas lembranças. Os ambientes com esse tipo de revestimento davam a sensação de aconchego. E isso eu desejava ter de novo”, conta. Resultado: a parede da cozinha, com visual moderno, foi revestida de réguas estreitas. Nesse espaço, ele também resgatou outro sonho.

Sem cerimônia, todos circulam nas áreas integradas

Sem cerimônia, todos circulam nas áreas integradas

A empresária musical Sueli Almeida considera que o bom da vida é ter amigos e poder recebê-los com estilo. E o seu jeito de abrir as portas de casa é sem cerimônia. Compromissos formais, só no trabalho. “O pessoal sabe: para vir aqui, não precisa marcar hora. Eles chegam e decidimos o que vamos fazer”, diz. Pode ser estourar pipoca e assistir a um filme, saborear uma comidinha japonesa ou apenas tomar cerveja. “Quando percebi o quanto curtia fazer isso, adaptei a casa”, conta. A decoradora Dani Fontana tocou a reforma. Em 62 m-, ela reuniu salas de estar, jantar e cozinha. Branca, do piso ao teto desejo da proprietária, peças e acabamentos foram escolhidos com critério para tornar o lugar agradável.

Para manter as flores vistosas

Para manter as flores vistosas

No verão as dálias mostram toda a sua exuberância. São flores de corte que, colocadas em grande quantidade num vaso transparente redondo, formam um buquê irresistível. Note o outro arranjo: num recipiente mais raso, três delas ficam flutuando. Para não morrer, foram deixados 2 cm de cabo.
Detalhe: trocar a água todos dias, acrescentando uma gotinha de cândida, é fundamental para as flores se manterem vivas por mais tempo. É bom ainda lavar o recipiente com detergente. Isso também evita a proliferação de bactérias.

O lanche é servido no quintal

O lanche é servido no quintal

Para o casal Déborah e Ângelo Roig, não há coisa melhor que os momentos de lazer vividos no quintal. Aliás, o espaço mais usado da casa. É onde o casal e os filhos, Felipe e Gabriela, passam a maior parte do tempo. “Adoramos este canto”, confessa Déborah. Foi de sua prancheta ela é arquiteta que saiu o projeto da decoração: colorida, com direito a fonte e canteiros. “O ambiente é mutante. Mexo com os móveis conforme a necessidade do momento”. Um exemplo é quando Felipe recebe os amiguinhos da escola para um lanche à tarde. Bancos e mesas saem de cena, liberando o espaço para a criançada brincar à vontade. Outras vezes, tudo volta ao lugar para receber os amigos. “Tem dias que deixo só o tapete e jantamos sentados no chão. Isso é puro lazer”, encerra a arquiteta.