Os africanos trouxeram cestos, máscaras e estampas

Os chamados negros de ganho transportavam tudo o que a casa-grande queria, como revelam as lentes do fotógrafo Christiano Jr. no livro Escravos Brasileiros do Século XIX. Os “ganhadores” carregavam água nos barris; e objetos os mais variados iam nos cestos, que os escravos confeccionavam com palha, seguindo as técnicas ancestrais de seus povos. Os negros pertenciam a centenas de nações diferentes. Entre os grupos mais importantes estava o nagô, da atual Nigéria, predominante na Bahia. Já no Ri-o de Janeiro, concentraram-se os bantos, de Angola, Congo e Moçambique. Quantos eram? Os números variam de 3 a 13 milhões. O que não se mede mesmo são as influências na nossa língua, na nossa alimentação e na nossa cultura. As máscaras usadas nas danças rituais perdem seu caráter mágico e vêm enfeitar nossa sala.

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