Nas dobras da evolução

MUITA GENTE ANDOU DIZENDO POR aí que a arquitetura colossal de Nova York jamais seria a mesma depois que os atentados escabrosos do 11 de setembro varreram as torres gêmeas do mapa. Embora o vácuo do World Trade Center ainda doa como uma mordida voraz na Big Apple, a metrópole mais poderosa do planeta dá sinais de uma revigoração urbanística mais conceituai, que vai desde a centralização do Chelsea como meca artística até projetos pouco ortodoxos, que surpreendem por esnobar as vaidosas – e vertiginosas – estruturas que tentam arranhar os céus de Manhattan.

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