Técnica japonesa queima de cerâmica

Foi na conceituada escola de artes Guinnard, de Belo Horizonte, que a artista plástica baiana Jucira descobriu o raku, milenar técnica japonesa de modelagem e queima de cerâmica. Jucira então abandonou o trabalho no torno e passou a modelar suas peças a mão, transformando as aparentes distorções em efeito. As peças vão ao forno a 900°C e depois são colocadas em urnas com serragem de madeira. O choque térmico proporciona o aparecimento das fissuras com incrustações de resíduos da serragem.

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